quinta-feira, 27 de maio de 2010

10. 'Elixir da eterna juventude?'

9. Questões Morais e Éticas

8. Tratamento de doenças

7. Potencialidades das células estaminais

6. Células estaminais da medula óssea

5. Células estaminais do cordão umbilical

4. Tipos de células estaminais?

3. Locais onde podem ser encontradas

2. Diferenciação celular

1. O que são células estaminais?

0. História da genética

«CÉLULAS ESTAMINAIS - ELIXIR DA ETERNA JUVENTUDE?»

O grupo participou no concurso «Células estaminais - Elixir da eterna juventude?», o qual foi organizado pelo CIB (Centro de Informações de Biotecnologia), o qual esteve na origem do nosso projecto.


Para participar neste concurso seria necessário reaalizar ou um filme (com um máximo de 25 minutos) ou uma gravação aúdio (com um máximo de 15 minutos), ou então um documento escrito (com um máximo de 20 páginas), sendo que cada trabalho deveria ser acompanhado de um resumo com um máximo de 500 palavras e uma lista de fontes bibliografias.


Perantre as diversas opções, o nosso grupo optou, como devem saber, por realizar um filme, o qual tem como duraçã0 24 minutos.


O referido filme está dividido em 11 capítulos, de foma a facilitar a compreensão do mesmo, sendo estes:



0. História da genética......................................................02m:08s
1. O que são células estaminais.......................................01m:23s
2. Diferenciação celular....................................................00m:39s
3. Locais em que podem ser encontradas.....................02m:03s
4. Tipos de células estaminais.........................................04m:22s
5. Células estaminais do cordão umbilical......................05m:42s
6. Células estaminais da medula óssea...........................01m:13s
7. Potencialidades das células estaminais......................01m:08s
8. Tratamento de doenças...............................................01m:53s
9. Questões morais e éticas.............................................02m:22s
10. 'Elixir da eterna juventude?'.....................................01m:41s
11. Créditos .......................................................................00m:22s



O nosso grupo vai, agora colocar cada um destes vídeos no nosso Blog. Esperemos que gostem!

Exposição de três cartazes informativos na Biblioteca da escola

Nos dias 10 a 13 de Maio de 2010, o nosso grupo realizou uma exposição na Biblioteca da escola na qual recorremos a três cartazes informativos, onde referimos a definição de células estaminais, os locais em que se encontram, o processo de criopreservação e as várias aplicações destas mesmas células.

Com esta actividade, o grupo teve como principais objectivos divulgar o nosso Projecto e informar a comunidade escolar relativamente à definição de células estaminais, o processo de criopreservação, nomeadamente os tipos de bancos existentes (públicos ou privados), os diversos contituíntes do kit de ciopreservação e ainda as várias estapas do processo de controlo de qualidade, bem como as aplicações das células estaminais com recurso à Medicina Regenerativa.

Esta actividade permitiu-nos tornar o nosso trabalho mais apelativo e divulgado entre a comunidade escolar, visto que os cartazes se encontravam bastante ilustrados e coloridos, captando, deste modo, a atenção dos alunos.
Por outro lado, o nosso grupo também se deparou com alguns aspectos menos favoráveis, nomeadamente o tempo limitado que tínhamos para realizar a exposição (apenas três dias) e o local onde esta ocorreu, que era um pouco discreto e, por conseguinte, pouco visível.

Cartaz sobre o que são as células estaminais.


Cartaz sobre a Criopreservação


Cartaz sobre a Medicina Regenerativa

sábado, 1 de maio de 2010

Dificuldades sentidas no 3º Período

De início, o nosso grupo começou por se deparar com problemas para encontrar vídeos para o filme que realizámos com o programa Movie Maker, o qual seria posteriormente apresentado a concurso. Devido a este facto tivemos de arranjar uma fonte alternativa para a realização dos capítulos 10 (Moral e Ética) e 11 (“Células Estaminais – Elixir da Eterna Juventude?”) do filme, recorrendo, por isso mesmo, a um programa que nos permitiu criar algumas animações.

Para além deste aspecto, ao longo do 3º Período foram surgindo algumas questões face ao envio do filme juntamente com o resumo em Pdf e a Bibliografia, que iríamos levar a concurso. Relativamente a este aspecto, tínhamos dúvidas quanto ao remetente que deveríamos colocar no envelope selado para futuro envio (a morada da escola ou uma particular referente a um dos membros do grupo).

Por último, tivemos algumas dificuldades na gestão do tempo, nomeadamente, no que diz respeito à preparação dos cartazes, que iriam ser expostos na Biblioteca da escola, nos dias 10 a 13 de Maio.


Medicina Regenerativa- 3ºArtigo publicado no jornal da escola


Os avanços que estão a ser realizados no âmbito da área da biotecnologia têm permitido o melhoramento das percepções relativamente ao tratamento de variadíssimos tipos de patologias, que no presente momento ainda não dispõem de sofisticadas conjecturas de modo a que torne os procedimentos clínicos eficazes e contundentes.
Por este mesmo intuito aparece como um dos maiores contributos a panorâmica da Medicina Regenerativa. Esta tem como principal fim elaborar maneiras que visem propiciar a reparação de tecidos humanos ou gerar os próprios órgões com base em certos mecanismos avançados, nos quais se incluem a uso frequente das células estaminais.
As constantes evoluções nas descobertas feitas pela investigação em células estaminais, proporciona simultaneamente, visto que existe uma co-relação forte entre as duas áreas, na Medicina Regenerativa, e isto ira-se repercutir posteriormente na performance médica na terapêutica das várias doenças.
Nos dias de hoje verifica-se a aplicação das células estaminais numa diversificada gama de enfermidades que há umas décadas eram dificílimas de tratar. Nestas patologias engloba-se predominantemente a utilização das células hematopoiéticas da medula óssea e até, mais recentemente das células estaminais do sangue do cordão umbilical. Algumas das doenças que são actualmente possíveis de se tratar com recurso aos meios descritos são a Leucemia, Síndrome Mielodiplásico, Anomalias Hereditárias dos eritrócitos, Imunodeficiência Severa Combinada (SCID), entre outras do foro hematológico.
No entanto, têm se concretizadas experiências com vista a amplificar o número de patologias tratáveis pela Medicina Regenerativa, e algumas mesmo têm sido testadas em seres humanos. Nestas englobam-se a Diabetes tipo 1, Doença de Parkinson, Enfartes do Miocárdio, Acidentes Vascular Cerebral, Esclorose Múltipla, Osteoporose, Artrites Reumatóides, Transplante de órgãos, Doença de Alzeimer, Incapacidades Motores etc., etc….
Uma das grades dificuldades encontradas pelos cientistas da Medicina Regenerativa é que com uma reduzida porção de certo tipo de células estaminais presentes no sangue do tipo por exemplo mesenquimal, diferenciar este em determinado tipo de tecido, ao mesmo tempo gerar uma cultura contínua de células mantendo em certo tempo a forma não especializada de certas células.
É de se abordar que a evolução a nível de fármacos efectuada ao longo dos tempo tem contribuído para atenuar os agentes de rejeição de um dado hospedeiro, face ao receptor, inclusive no que diz respeito aos transplantes alogénicos. Tanto que é tamanha a eficácia destes que nos Estados Unido cerca de 17% ou mais dos transplantes renais são efectuados sem haver compatibilidade do Antigénio dos Leucócitos Humano (HLA).
A tecnologia está tão avançada que até já foi transplantado o primeiro rim completamente robótico do mundo, no Centro Médico de Santo Barnabas, Estados Unidos, em 2009. Resta saber quanto tempo mais é que irão demorar as fases de testes das futuras aplicações das potencialidades das células estaminais em doenças, que anteriormente nunca se perspectivava qualquer cura. Há muita gente ainda à espera desta resposta.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Descoberta do modo de expandiar as células estaminais do cordão umbilical

Num estudo levado a cabo pela Dra. Delaney, assistente na Divisão de Investigação Clínica do Centro Hutchinson e professora assistente do Departamento de Pediatria na escola de Medicina da Universidade de Washington, juntamente com os seus colegas, descobriu-se um novo método de manipulação das células estaminais do cordão umbilical em laboratório, de modo a aumentar o seu número para futuro tratamento de doenças.


Nas experiências levadas a cabo, foi possível, a partir de uma única unidade de células estaminais do cordão umbilical, aumentar em média 164 vezes o número de células CD34+, um tipo de célula estaminal hematopoiética (célula capaz de originar qualquer célula de linhagem sanguínea), ficando ao nível das fontes convencionais de transplante.

O mesmo estudo também descreve os resultados no tratamento de 10 pessoas com Leucemia aguda de alto risco. Nestes ensaios foi administrado a cada paciente uma unidade de células estaminais do cordão umbilical não manipulada e outra em que as células foram expandidas em laboratório.

Os resultados obtidos revelaram que, em média, as células levaram 14 dias a enxertarem, comparativamente a uma média de 4 semanas quando utilizadas células estaminais do cordão umbilical não manipuladas.

Sete do dez pacientes ainda hoje não manifestam sinais de doença, contendo um enxerto completo e permanente das células, e testes revelaram ainda que a recuperação de glóbulos brancos logo após o transplante derivou predominantemente da unidade de células estaminais do cordão umbilical expandida.

Esta descoberta revelou ser um grande avanço nos tratamentos efectuados com estas células estaminais do cordão umbilical, visto que quando extraídas, geralmente as células estaminais são em número reduzido (cerca de um décimo do número recebido por um paciente num transplante normal), e, por isso mesmo, acabam por levar mais tempo a enxertar o tecido lesionado. Também resultante deste facto, um paciente imunocomprometido, será mais susceptível de vir a sofrer de infecções potencialmente perigosas, pois não possuí células do Sistema Imunitário para as combater, uma vez que anteriormente ao transplante com células estaminais, este terá sido sujeito a uma radioterapia ou quimioterapia, que ao eliminar células do seu Sistema Imunitário, deixá-lo-á mais vulnerável.

Uma das doenças que actualmente recorre com maior frequência à injecção de células estaminais do cordão umbilical é a Leucemia, que graças a esta descoberta, terá elvadas probabilidades de sucesso no seu tratamento.


quarta-feira, 24 de março de 2010

Dificuldades sentidas no 2ºPeríodo

Dificuldades sentidas no 2ºPeríodo



Este vídeo foi realizado pelo nosso grupo e retrata as principais dificuldades sofridas ao longo do 2ºPeríodo, bem como as alterações feitas no pré-projecto inicial.



-Deixo, também, juntamente com este post, o suporte escrito do vídeo:

No início do segundo período deparamo-nos com mais uma dificuldade na actividade experimental: a experiência com moscas era demasiado complexa e esta exigia material especializado e extremamente avançado, recursos que o nosso grupo não tinha possibilidades.


Em alternava a esta actividade, decidimos realizar uma entrevista a uma enfermeira, do departamento de ginecologia do hospital de Setúbal, sobre o processo de extracção do sangue do cordão umbilical. Esta entrevista foi de grande ajuda para o nosso grupo, pois, possibilitou realizar um artigo para o Jornal da escola, visto que o tema deste era ‘A cidade de Setúbal’.


De seguida, o professor António Laires continuava a não responder aos nossos contactos. Para agravar a situação, a Cythotera também não respondia aos nossos pedidos para realizar a entrevista aos trabalhadores deste centro (razão pelo qual tivemos que adiar esta actividade para o segundo período). Para superar esta dificuldade, o nosso grupo decidiu entrar em contacto com outros centros de criopreservação, nomeadamente a Bioteca e a Crioestaminal. Obtivemos resposta de ambos, porém, o director científico da Bioteca (Gonçalo Cabrita) demonstrou ser mais prestável em relação à Crioestaminal, pelo que optamos por realizar a entrevista neste centro. O nosso grupo convidou, também, o director científico da Bioteca para realizar uma palestra na nossa escola, o qual aceitou o nosso pedido. Acabamos, desta forma, por ultrapassar as nossas dificuldades em relação à palestra.

Durante este período contactamos o CIB (por telefone) para esclarecer algumas dúvidas em relação ao concurso ‘Células estaminais- Elixir da eterna juventude?’. Fomos informados que não é possível enviar um vídeo e, simultaneamente, um trabalho escrito, pelo que, o nosso grupo optou apenas por enviar um vídeo.


Por último, tivemos dificuldade em trabalhar com o programa movie maker, pois o nosso grupo não conhecia muitos aspectos do mesmo.
Quanto ao trabalho escrito, este está praticamente terminado, apenas falta colocar algumas imagens e certos textos.



Passamos, neste segundo período, por dificuldades que implicaram a alteração do nosso pré-projecto inicial; foi, deste modo, alterado a experiência com sapos, o tema do artigo, a pessoa que realizou a palestra na escola e a entrevista à Cythotera.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Descoberta do gene crucial para a diferenciação das células estaminais embrionárias em qualquer tipo de célula do organismo

Estudos levados a cabo por uma equipa internacional liderada por Miguel Ramalho Santos descobriu um gene que encerra os mistérios por detrás da capacidade de diferenciação das células estaminais embrionárias em qualquer tipo de célula diferenciada do nosso organismo.
Este gene foi designado como Chd1, e "têm uma função de reprogramação de células diferenciadas em células pluripotenes induzidas", como referiu Alexandre Gaspar Maia, primeiro responsável pelo estudo.
Assim, esta descoberta veio possibilitar uma melhor compreensão das características únicas das células estaminais, e que se possam vir a formar células estaminais pluripotentes a partir de células diferencidas, que virão a substituir o uso de células estaminais embrionárias para investigação e na Medicina Regenerativa, visto que as células estaminais embrinárias encerram um vasto conjunto de questões éticas, que em muitos países fazem com que seja proíbida a sua manipulação.
Graças a estes cientistas foi-nos oferecida uma nova visão daquilo que as células estaminais são capazes, na esperança de um dia podermos vir a curar muitas das doenças que hoje são causadoras de bastante sofrimento.


Alexandre Gaspar Maia

Fontes de informação:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=33134&op=all#cont

quinta-feira, 11 de março de 2010

Resultados dos inquéritos


Durante o primeiro período, deste ano lectivo, o nosso grupo realizou um inquérito a turmas do secundário que frequentassem cursos de ciências e tecnologias.
Este questionário tinha como principal objectivo determinar o conhecimento dos jovens sobre as diversas potencialidades das células estaminais na sociedade actual.
Após termos feito a contagem das respostas às diversas perguntas, elaboramos o seguinte powerpoint que deixo juntamente com este post.


O nosso grupo chegou à conclusão, através da observação das respostas às perguntas dos inquéritos, que os jovens apresentam um conhecimento limitado em relação às células estaminais bem como às suas aplicações na sociedade, situação que esperamos ter atenuado com a divulgação do nosso trabalho pela comunidade escolar, por exemplo, através da palestra realizada no passado dia 24 de Fevereiro e com os vários artigos que temos vindo a realizar ao longo dos períodos, para o jornal da escola.

terça-feira, 9 de março de 2010

Trabalho desenvolvido até ao dia 9 de Março

Até agora o nosso grupo centrou o seu plano de actividades na elaboração do filme em MovieMaker para posterior envio para o CIB, e em algumas actividades práticas de especial interesse para a comunidade escolar, com base na divulgação do nosso tema e esclarecimento de dúvidas.
Assim, durante este período iniciámos o trabalho escrito, que será entregue no final do 3º Período à professora encarregue pela disciplina, e, através do mesmo, temos também vindo a desenvolver o guião que servirá de suporte para o filme em formato MovieMaker que iremos apresentar em concurso, o qual se encontra actualmente bastante adiantado.
Para além destes aspectos, como podem ver nos vários posts do blog, realizámos várias actividades práticas que decorreram fora do horário lectivo, onde tivémos oportunidade de visitar um Centro de Criopreservação, a Bioteca, no passado dia 29 de Janeiro, com o auxílio do Director Científico Gonçalo Cabrita.
Através desta visita guiada pudémos esclarecer várias dúvidas essenciais ao futuro desenvolvimento e progresso do nosso projecto.
Após esta visita às instalações da Bioteca, o Dr. Gonçalo Cabrita mostrou-se bastante prestável, disponibilizando-se para realizar uma palestra na nossa escola.
Com o intuito de divulgar a palestra, o grupo realizou dois cartazes que foram posteriormente afixados na nossa escola, e aos quais poderão ter acesso aqui no blog.
Assim, esta actividade teve lugar no dia 24 de Fevereiro, pelas 15:15 horas no auditório José Saramago, e contou com a colaboração do Dr. Gonçalo Cabrita e da Directora de Laboratório, a Dra. Perpétua.
Para nosso espanto, os estudantes e professores manifestaram grande interesse pelo tema, o que foi um grande incentivo para o grupo.
Ainda dentro das actividades desenvolvidas fora do horário lectivo, o grupo realizou uma entrevista no Hospital de São Bernardo em Setúbal, no dia 13 de Fevereiro, a uma enfermeira, a Sra. Antónia Prates, do departamento de Ginecologia, que nos forneceu algumas informações adicionais relativas ao processo de recolha de sangue do cordão umbilical.
Contudo, ao longo deste período tivémos algumas dificuldades, visto que ainda não obtivémos qualquer resposta do Professor António Laires, e devido ao facto de termos de alterar alguns dos planos que tínhamos inicialmente relativamente ao concurso em que vamos participar, uma vez que, de início, tínhamos pensado que podiamos enviar um suporte escrito em Word juntamente com o vídeo, mas, após contactar os responsáveis pelo concurso, descobrimos que apenas poderíamos enviar um destes, pelo que o nosso grupo optou por enviar o filme. Para além disso, indicaram-nos que o filme teria de ser acompanhado por um suporte escrito no formato PDF, com um máximo de 500 palavras.